quarta-feira, maio 20, 2009

“Anjos e Demónios”

Ontem, fui ver. E gostei.

Ciência e Religião. Religião e Ciência. Iluminadamente, hoje, como ontem, os mesmos grãos a engasgarem uma relação que apenas deveria ser. É que, se calhar, há mesmo dons que não chegam a todos. E isso não é, seguramente, nenhum drama...

3 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
mas . . .
quando o sol nasce,
deveria ser para todos,
,
um abraço,
,
*

Dan disse...

Caro amigo Zé, ontem também fui assistir Anjos e Demónios e nâo gostei, muita correria, muitos finais, padre de helicopetro, padre queimando, muita afobação e poucos demónios. Acho que faltou o Galileu...

Helena disse...

Olá José Maria

Ainda não fui, mas, assim que tiver ocasião, vou ver. Li o livro já há bastante tempo e gostei mais do que “Código da Vinci”. “Anjos e Demónios” pode considerar-se como uma chamada de atenção acerca do fundamentalismo e no fundo, é também um apelo ao equilíbrio, tão necessário nas nossas vidas. Já se sabe que é apenas um romance, mas valeu pela qualidade da sua leitura acessível ao público em geral, e foi um apelo ao pensamento sobre questões importantes desta “nossa” sociedade, onde continua a existir um abismo entre ricos e pobres, instalado apenas, pela pobreza de ideias.

Um abraço para todos

Helena